domingo, 27 de janeiro de 2019

Viagem a Vitória


Viagem rápida, de uma semana, com a vovó para Vitória.

A Ana foi a companheira de quarto da vovó no hotel Red Roof. Ela ia para o seu quarto logo depois de escovar os dentes e vestir o pijama. Teve um dia que a Ana jantou sozinha com a vovó.

O hotel ficava na beira da praia, onde íamos todos os dias pela manhã andar e pegar conchinhas.

Durante 3 dias eu e Alessandra acordamos mais cedo para fazer exercício na praia: corrida na areia ou pedalada no calçadão.

À tarde fazíamos o turismo: convento da Penha, paneleiras goiabeiras e o preferido da Ana: alimentar os patos e pavões no parque da cebola.

À noite sempre jantávamos no hotel e depois a sobremesa era sorvete e açaí no Stop Burger.

Na última noite a vovó teve a ideia de darmos uma volta de triciclo no calçadão. O carrinho da Ana e Alessandra virou, mas não se machucaram muito. Foi legal assim mesmo.






Poesias


Viajar - Ana Carolina



Viajar II - Papai e mamãe


Viajar com a Ana é muito legal.
De avião, carro, bicicleta ou barco,
cada viagem é sempre especial.

Passear na praia bem cedinho.
Pegar muitas conchinhas e
entrar no mar como um peixinho.

Almoçar no restaurante,
tomar um açaí refrescante.
Alimentar o pato e o pavão,
e descansar do calorão.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Passarolo


No fim de semana fomos a São Bento do Sapucaí para a corrida da Pedra do Baú. Estávamos 
voltando de um passeio e a Ana comentou, entristecida que nunca ela tinha pegado um passarinho. 
Todas as vezes fui eu que achei os passarinhos e dava na mão dela, mas ela nunca havia pegado 
ela mesma um passarinho. 

Chegando à pousada, a Ana entrou com Alessandra no quarto e eu fui ver a temperatura da água 
da piscina. Lá estavam 2 crianças japonesas, a Júlia e a Luiza, que perguntaram se eu podia fazer 
um favor. Elas disseram que tinham um passarinho que tinha fugido e se escondido debaixo de um 
armário lá na churrasqueira. Disseram que a mãe delas tinha dado para elas Como o braço delas era 
curto, elas não conseguiam alcançar. 

Elas falavam comigo e cochichavam entre si, o que me deixava desconfiado que não fosse verdade. 
Eu olhei debaixo do armário e não dava para haver direito porque estava escuro. Estava com medo 
de colocar a mão e ser uma armadilha... Liguei o flash do celular para ver melhor, mas ainda não dava 
para saber se era um pássaro. Daí a Ana chegou para perguntar o que a gente estava fazendo. 

Puxei o armário para frente e aí vi que era um passarinho. Peguei um espeto da churrasqueira para 
cutucar e pedi para a Ana pegar quando ele saísse. E ela pegou. Ela era a mais habilitada a fazer 
o resgate porque a japonesa pequena era 2 anos mais nova e a mais velha disse que tinha medo de 
pegar o passarinho na mão. Depois ficou claro que elas cochichavam porque mentiram que o passarinho 
era delas. Acabamos soltando ele no jardim, e a Ana ficou triste. 

Passarinho 1

Então fomos jantar, indo a pé até o restaurante. Chegando a uma praça, a Ana se distanciou alguns passos 
e quando olhei ela estava com outro passarinho na mão. Ela havia pegado no gramado. Como tínhamos 
que jantar, pedimos para ela devolve-lo no lugar, achando que ele estava machucado. Mais tarde voltamos 
à praça e ele estava no mesmo lugar, quietinho e a Ana quis pegá-lo de novo. De repente ele saiu voando, 
numa boa, mostrando que ele não tinha nenhuma dificuldade. Não sei por que ele deixou que a Ana o pegasse 
na mão tão facilmente. Mas o fato é que naquele dia, a Ana pegou 2 passarinhos, horas depois de ter reclamado que nunca havia pegado nenhum. 


Passarinho 2

sábado, 29 de setembro de 2018

Viagem a Denver - último dia


Tínhamos o sábado livre para passear até a hora do avião - 15:00. Planejamos visitar o Red Rock mountain e o anfiteatro, onde as pessoas costumam ir para fazer exercícios físicos. Fomos com o Morigaki.

A Ana gostou pois havia muitos cachorros. Ela aprendeu nesta viagem a perguntar Can I pet the dog? e ela praticou bastante.

Como ainda tínhamos um tempo antes do voo, fomos ao centro conhecer a Union Station (pois só a Ana e Alessandra haviam visitado durante a semana) e almoçamos no Mongolian Grill onde conseguimos comer bastante comida saudável.

No aeroporto ainda falamos com o cachorro Aslan, que trabalha lá como terapeuta. A Ana adorou.

Alessandra, parabéns por se virar sem mim.
Ana, obrigado por ser uma excelente parceira de viagem.







Viagem a Denver - dia-a-dia


Durante a viagem eu fazia o meu treinamento, das 9 da manhã às 4 da tarde. Tomava café no hotel com os meus amigos enquanto a Ana e Alessandra acordavam mais tarde e tomavam café no quarto. Eu havia comprado para elas pão, queijo, ricota, banana e achocolatado. Depois disto iam à piscina aquecida do hotel, que era no mesmo andar em que eu fazia o treinamento, pois o treinamento era no próprio hotel.

Durante o dia elas tinham a própria programação. Iam de trem até o destino, que normalmente era no centro. Foram ao museu das crianças, ao zoológico, ao city park, almoçaram no restaurante do aquário (neste restaurante a Ana ganhou um copo e perguntou Is this cup mine?). Na quinta feira foram de ônibus até Golden fazer a visita à cervejaria Coors, que foi o que a Alessandra mais gostou.

Nos encontrávamos depois para jantar. Um dia tive que buscá-las na estação de trem porque chovia. Iamos jantar normalmente no Denny's, onde criança comia grátis (a Ana sempre pedia macarroni and grapes e pedia water no ice) e um dia fomos ao restaurante Casa Bonita, que tem shows de salto na água. Umas duas vezes fomos à piscina do hotel até umas 10 da noite.





segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Viagem a Denver - a chegada


Perguntei para a Ana qual nota ela dava para a viagem e ela disse 99. Disse que não era 100 porque elas se perderam no trem.

Viajei no domingo e elas na segunda-feira, fazendo duas escala, uma em Houston e outra em Las Vegas antes de chegarem a Denver, na hora do almoço. Foram de trem do aeroporto até downtown, onde fizeram passeios, tocaram piano e um homem aranha brincou com a Ana e segurou ela de ponta cabeça. Ela veio toda contente contando do homem aranha.

Depois elas teriam que pegar outro trem para ir ao hotel, mas acabaram descendo na estação errada e foram caminhando em direção ao hotel. Uma senhora vendo a cena deu carona para elas até a porta do hotel. Eu esperava uma mensagem no celular assim que elas chegassem, e já estava ficando preocupado porque já escurecia e nada de mensagem. Voltei para o hotel, e elas estavam lá na recepção, pegando a chave do quarto e pedindo para conectar com a internet.




sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Estudando piano


Ana faz aula de piano às segundas feiras e depois fazemos exercícios três dias por semana.

Fazemos o livro Meu piano é divertido e o livro da Leila Fetcher.

A Ana sabe bem as notas mas não tem paciência para ficar repetindo. Também fica se distraindo. Talvez se ela não tentasse ler a letra da música enquanto toca seguindo a pauta, ou não ficasse tentando tocar de olho fechado sairia melhor..