Voltamos à praia de Carneiros para fazer o passeio de catamarã da empresa Manguezal turismo. Ana ficou perambulando pelo barco.
Vimos o maior jacaré do mundo.
Praia de Carneiros.
Banho de argila. Rejuvenesce 10 anos.
Banco de areia, onde a água estava bem morna.
e a barreira de corais, onde ficamos brincando de bóia com a Ana.
Igreja de São Benedito.
O cantor Renato Barros, o regata de pelos, cantando músicas ao vivo.
Na volta à pousada ficamos na piscina. AC ficou indo de uma piscina para a outra repetidas vezes. Brincou com a amiguinha que emprestou a bóia.
No final das contas a viagem foi um sucesso. Tomamos uma boa variedade de sucos: cajá, graviola, mangaba (que parece pera), cupuaçu e pinha (que parece graviola sem açúcar). Ana entrou na água, viu muitos bichos, socializou e se comportou muito bem no avião.
sábado, 7 de setembro de 2013
Porto de Galinhas com muito luxo
O dia amanheceu nublado e não prometia nada. Mesmo assim arriscamos ir a Porto de Galinha, a pouco mais de 1 hora de onde estávamos. Na estrada até choveu forte.
Quando chegamos o tempo mudou. Papai até entrou na água com máscara e quase se deu mal.
Pegamos uma jangada para ir até os corais. Preço bom. O mar estava sem ondas.
Descemos a pé, mas de chinelo para não pisar em ouriços. Demos comida de peixe e entramos na água. Mergulhamos com máscara. Ana aprendeu a falar peixe.
No retorno à praia tomamos água de côco no Araújo e Ana dançou quando passou o moço com ocarrinho de música.
Fomos convidados a almoçar de graça no Enotel, onde nos ofereceram um maravilhoso pacote de viagem que pagaríamos com pontos ao invés de dinheiro. O almoço estava bom. Alessandra aproveitou para tomar suco, cerveja, drinks e comeu mousse light de sobremesa.
Quando voltamos à cidade a maré já estava alta e ficamos visitando a rua das lojinhas. AC não parava de falar popó. Compramos uma galinha colorida e ela ficou tão contente que voltou a viagem inteira falando no carro.
À noite, para não baixar o nível, fomos jantar no Tapera do Sabor. O chão era de areia, à beira da praia, com paredes de conchas e sofás para descansar. (Ana conseguiu pisar em um formigueiro)
Quando chegamos o tempo mudou. Papai até entrou na água com máscara e quase se deu mal.
Pegamos uma jangada para ir até os corais. Preço bom. O mar estava sem ondas.
Descemos a pé, mas de chinelo para não pisar em ouriços. Demos comida de peixe e entramos na água. Mergulhamos com máscara. Ana aprendeu a falar peixe.
No retorno à praia tomamos água de côco no Araújo e Ana dançou quando passou o moço com ocarrinho de música.
Fomos convidados a almoçar de graça no Enotel, onde nos ofereceram um maravilhoso pacote de viagem que pagaríamos com pontos ao invés de dinheiro. O almoço estava bom. Alessandra aproveitou para tomar suco, cerveja, drinks e comeu mousse light de sobremesa.
Quando voltamos à cidade a maré já estava alta e ficamos visitando a rua das lojinhas. AC não parava de falar popó. Compramos uma galinha colorida e ela ficou tão contente que voltou a viagem inteira falando no carro.
À noite, para não baixar o nível, fomos jantar no Tapera do Sabor. O chão era de areia, à beira da praia, com paredes de conchas e sofás para descansar. (Ana conseguiu pisar em um formigueiro)
Maragogi
Ana Carolina passou a noite inteira falando e andando pelo quarto.
O dia amanheceu e fomos conhecer Maragogi. Pagamos um passeio de escuna para levar aos corais. O tio ficou brincando com a Ana na água enquanto os papais mergulhavam de máscara e davam bolacha para os peixes. AC apontava para os peixes que vinham até a superfície. Papai foi mordido na barriga.
Ana Carolina voltou dormindo no barco. Almoçamos galetos em um restaurante gostoso. Ana ficou dando bronca no ursão.
Compramos artesanato local.
O dia amanheceu e fomos conhecer Maragogi. Pagamos um passeio de escuna para levar aos corais. O tio ficou brincando com a Ana na água enquanto os papais mergulhavam de máscara e davam bolacha para os peixes. AC apontava para os peixes que vinham até a superfície. Papai foi mordido na barriga.
Ana Carolina voltou dormindo no barco. Almoçamos galetos em um restaurante gostoso. Ana ficou dando bronca no ursão.
Compramos artesanato local.
Dia de descanso
No segundo dia preferimos descansar um pouco. O senhor de Brasília deu a dica da praia de Carneiros, em frente ao Bora-bora.
Tomando suco de cajá, o preferido de papai.
Fomos ao forte da cidade, e este estava vazio, só para a gente. Havia uma igrejinha e uma prisão. Um pátio interno de areia varrida, bem típico desta região.
A melhor surpresa foi quando voltamos à pousada e havia uma tartaruga para Ana Carolina brincar. Ela pôs o dedo na cabeça da tartaruga e ficou seguindo engatinhando imitando-a.
E à noite o papai ouviu um som. Foi ver o que era, e uma banda veio desde o forte até a pracinha de artesanato. Estavam ensaiando músicas para o desfile de 7 de setembro.
Início da viagem ao nordeste
Fomos passar uma semana em uma cidade de praia em Pernambuco, de poucos habitantes, ruas de pedra ou terra, e muitas casas vazias para aluguel de temporada, onde domingo a noite não se vê ninguém nas ruas. Foi lá em Tamandaré que reservamos a nossa pousada.
A viagem começou bem cedinho, indo para o aeroporto de congonhas. Ana Carolina chegou dormindo e dormiu durante boa parte da primeira viagem de avião. Depois acordou e ficou olhando pela janela, falando au-au. Também brincou com a menininha do banco de trás, olhando pela frestra do banco e fazendo gritinhos.
Chegamos em Maceió, alugamos o carro e seguimos viagem. Primeira parada na praia de Porto de Pedras, onde já estava escurecendo. AC correu na praia. Depois teve a travessia de balsa no escuro. Chegando do outro lado do rio a rua estava fechada com um caminhão e bancos onde as pessoas chegavam para ouvir música religiosa.
Às 21h chegamos a Tamandaré e não conseguimos encontrar a pousada. As poucas pessoas que encontramos na rua não conheciam o lugar que queríamos ir. Até que encontramos o cara do Rio com o rotweiller (AC ficou falando au-au pela janela do carro). Ele foi deixar o cachorro em casa e pegar o GPS. A mãe dele já havia oferecido a casa para passarmos a noite caso não encontrassemos. Seguimos ele até chegar na pousada.
A viagem começou bem cedinho, indo para o aeroporto de congonhas. Ana Carolina chegou dormindo e dormiu durante boa parte da primeira viagem de avião. Depois acordou e ficou olhando pela janela, falando au-au. Também brincou com a menininha do banco de trás, olhando pela frestra do banco e fazendo gritinhos.
Chegamos em Maceió, alugamos o carro e seguimos viagem. Primeira parada na praia de Porto de Pedras, onde já estava escurecendo. AC correu na praia. Depois teve a travessia de balsa no escuro. Chegando do outro lado do rio a rua estava fechada com um caminhão e bancos onde as pessoas chegavam para ouvir música religiosa.
Às 21h chegamos a Tamandaré e não conseguimos encontrar a pousada. As poucas pessoas que encontramos na rua não conheciam o lugar que queríamos ir. Até que encontramos o cara do Rio com o rotweiller (AC ficou falando au-au pela janela do carro). Ele foi deixar o cachorro em casa e pegar o GPS. A mãe dele já havia oferecido a casa para passarmos a noite caso não encontrassemos. Seguimos ele até chegar na pousada.
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